Blog do Lininho  
Rapidinhas  
  • Segunda-feira, 15/10/2012 - 16h00
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Que as portas que levam à felicidade se abram para nós todos os dias.

 
 
 
 
  Domingo, 22/5/2016 - 23h52
Governo de Alagoas anuncia R$ 8 milhões em investimentos através da Fapeal
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Presidente da Fapeal, Dr. Fábio Guedes

O Governo de Alagoas anunciará o investimento de R$ 8 milhões em ciência, tecnologia e inovação. Os recursos são oriundos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapeal) que lança novos editais e dá concessão de auxílio a 20 pesquisadores. O evento acontece nesta terça (24), às 9h, no Complexo Cultural do Teatro Deodoro.

Na ocasião, serão lançados os editais de apoio à realização de eventos técnico-científicos no Estado (R$ 500 mil) e à participação de pesquisadores alagoanos em ocasiões do mesmo gênero no Brasil e no exterior (R$200 mil). Os interessados poderão começar a submeter suas propostas para ambas as chamadas já a partir do dia 25 de maio.

Também será anunciado o lançamento de mais sete editais, a serem publicados em Diário Oficial ainda este semestre, com cronogramas específicos. São eles: Edital de Auxílio à Pesquisa Universal (R$ 800 mil); Edital de Manutenção e Aquisição de Equipamentos (R$ 600 mil); Edital de Publicação de Livros Científicos (R$ 150 mil); Edital de Auxílio à Periódicos Científicos (R$ 150 mil).

Merecem destaque o edital de R$ 500 mil em Auxílio à Pesquisa voltado para as necessidades específicas da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal) e o Edital de Excelência Acadêmica, no valor de R$ 100 mil, para estimular o compromisso com a qualidade nas pesquisas feitas por estudantes de graduação, pós-graduação stricto sensu que tenham produtividade e mérito científico comprovado, com o intuito de elevar os indicadores dos programas de mestrado e doutorado. (Update em 18/05/2016, às15:27)

No total, serão R$3 milhões de recursos integralmente estaduais aportados pela Fapeal.

“O lançamento dos editais é importante porque estamos num contexto de mudanças institucionais no país e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado continua firme no atendimento aos anseios e aos avanços da pesquisa e da ciência em Alagoas. Serão nove editais lançados que atenderão a comunidade acadêmica neste semestre. E no segundo semestre teremos mais novidades, desta vez no campo do fomento à inovação tecnológica e ao setor produtivo”, comenta o diretor-presidente da Fapeal, Fábio Guedes Gomes.

Investimentos – Através de parcerias, também serão contempladas as áreas de saúde pública e educação.

A Fapeal adianta que, no dia 31 de maio, será lançado o edital do Programa de Pesquisa para o SUS (PPSUS) no valor de R$ 2 milhões. Meio milhão é garantido pelo Governo de Alagoas, com recursos da Fapeal e da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), ambas concedendo R$ 250 mil. O valor restante é contrapartida federal, através do Ministério da Saúde.

E, marcando a cooperação da Fapeal com a Secretaria de Estado da Educação, haverá o pré-anúncio do Edital de Bolsas de Mestrado para Professores da Rede Estadual de Ensino (R$ 810 mil) e do Edital de Bolsas para Formação Científica, Artística e Cultura para Alunos do Ensino Médio da Rede Estadual Pública (R$ 120 mil).

Além desses editais, o governador Renan Filho entregará os termos de outorga de Auxílio à Pesquisa para os 20 pesquisadores que foram selecionados na chamada pública do Programa de Desenvolvimento Regional (PDCR). Eles vêm de outros estados para Alagoas ou estão saindo da capital para se fixarem nos campi universitários do interior.

 

Neste caso, foram investidos R$ 250 mil em recursos do Governo do Estado. A contrapartida federal serão bolsas de pesquisa do CNPq, para até 36 meses, que representam mais R$ 2 milhões captados para a formação de recursos humanos de alto nível em Alagoas.

Fapeal

  Domingo, 22/5/2016 - 23h42
Ajuste anual da complementação do Fundeb já está creditado nas contas municipais

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) informa os gestores municipais que já foi creditado nas contas municipais o ajuste anual da Complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) 2015.

O repasse foi realizado nesta quarta-feira, 18 de maio, pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para os noves Estados beneficiados – Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí -, o que abrange 1.757 municípios das regiões Norte e Nordeste. O valor repassado totalizou R$ 1,1 bilhão.

Por meio do demonstrativo do ajuste do Fundeb, é divulgada a receita efetivamente realizada no ano anterior. Assim, a cada ano, é feito o ajuste da receita disponibilizada pela União ao Fundeb em relação à previsão de receita anteriormente divulgada por portaria interministerial.

Pelo menos 60% dos recursos devem ser usados na remuneração de profissionais do magistério em efetivo exercício, como professores, diretores e orientadores educacionais. O restante serve para despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino, compreendendo, entre outras ações, o pagamento de outros profissionais ligados à educação, bem como a aquisição de equipamentos e a construção de escolas.

 

ASCOM CNM

  Domingo, 22/5/2016 - 23h42
Conviva Educação promoverá, na próxima terça (24), videoconferência sobre restrições em ano eleitoral
Foto:  

Na próxima terça-feira (24) o Conviva Educação vai promover uma videoconferência sobre as restrições em ano eleitoral. A atividade poderá ser acompanhada ao vivo a partir das 15 horas, por meio do link: https://www.youtube.com/watch?v=NnGwrILdL34

Em ano eleitoral, por exemplo, é vetado a todo agente público comparecer a inaugurações de obras públicas nos três meses que antecedem as eleições. Essa e outras condutas serão tratadas na videoconferência. Os interessados podem enviar antecipadamente as dúvidas por meio do Fórum:http://bit.ly/forum_eleitoral

No caso das pessoas que não são cadastradas na plataforma, o envio das dúvidas poderá ser realizado por meio da central de atendimento pelo endereço eletrônico: contato@convivaeducacao.org.br ou pelo Whatsapp/telefone: (11) 9 5778-3984.

Para ter acesso ao conteúdo do Conviva Educação é preciso estar vinculado a uma secretaria municipal de educação e ser devidamente cadastrado na plataforma. Entretanto, os interessados em acessar alguns materiais disponíveis na plataforma podem utilizar o perfil "convidado".

Eleições 2016

Este ano será realizada eleição para prefeito, vice-prefeito e vereador em todos os municípios brasileiros. Segundo o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o primeiro turno será no dia 2 de outubro. O segundo turno está previsto para 30 de outubro.

Fonte: Undime

  Terça-feira, 10/5/2016 - 18h59
Como se organizar para atender imprevistos

Tem sido muito comum a queixa de coordenadores sobre o acúmulo de tarefas e a falta de tempo para se dedicar à formação dos professores. Os relatos, que apareceram em comentários aqui do blog e em conversas que tive com colegas, é que, diariamente, estouram muitas situações que precisam ser solucionadas rapidamente e que não são, necessariamente, responsabilidade do coordenador. Entre elas, estão o atendimento a pais que chegam com problemas pontuais e esperam ser atendidos imediatamente, professores que solicitam ajuda para lidar com conflitos entre as crianças, a abertura ou fechamento do portão da instituição, a falta de funcionários ou docentes que precisa ser coberta, a necessidade de tomar providências quando falta um material na sala da aula e por aí vai…

Quando essas demandas surgem ocasionalmente, seja porque a secretaria está sem funcionário ou porque o diretor está em reunião fora da escola, certamente é o coordenador que deve dar conta delas. Afinal, os professores precisam se responsabilizar pelas crianças. Mas o que fazer quando essas situações se tornam rotineiras e não sobre tempo para cuidar de outras tarefas?

Compartilhar as atribuições de cada um que atua no ambiente escolar é fundamental. Será que o diretor, os funcionários e os professores da sua escola têm clareza do que você faz? Eu já ouvi de uma auxiliar de sala que ela achava que o papel do coordenador era ajudar o diretor a resolver os problemas que aparecem.

Para que confusões assim não aconteçam, é bacana elaborar e divulgar seu cronograma de atividades semanais. Quando eu trabalhava como coordenadora numa escola, procurava garantir, junto com a diretora, que eu tivesse momentos de planejamento das formações, de acompanhamento da prática em sala de aula e de elaboração dos atendimentos individuais. A diretora também fazia o mesmo. Assim, aquela que estava mais disponível, atendia as demandas que surgiam, enquanto a outra dava andamento às suas atividades.

Mesmo com todo esse planejamento compartilhado que eu comentei acima, é comum aparecer pais a todo momento na escola. Em relação a isso, a forma que eu acredito ser mais interessante para contornar a situação é investir na comunicação escola-família, deixando claro o que acontece na instituição, e na formação dos funcionários da secretaria. A equipe precisa saber responder  questões básicas que os familiares costumam ter e avaliar se precisarão encaminhar a situação para um gestor tomar uma providência.

Também é interessante ter protocolos claros e compartilhados com todos sobre como identificar o que está interferindo na rotina da escola e quais são os procedimentos mais adequados. Claro que dá certo trabalho pensar em tudo isso e numa boa forma de divulgar para a equipe, mas certamente evitará que professores e funcionários levem tudo para ser resolvido pelo gestor. Para ajudá-los, compartilho um registro que um grupo de professores elaborou depois de refletir sobre como lidar com conflitos em sala de aula, demanda que, eventualmente, pode cair na mão do coordenador pedagógico.

O interessante é todo ano revisitar esses protocolos, principalmente com os profissionais novatos na escola, tanto para validá-lo como para atualizá-lo. Afinal, sempre podemos aperfeiçoar nossas práticas.

E você, como lida com essas demandas que surgem na rotina?

 

por Gestão Escolar/Coordenaodras em ação

  Terça-feira, 10/5/2016 - 18h43
AMA assina convênio para fortalecer o diálogo dos municípios com o Governo Federal
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Durante o primeiro dia da XIX Marcha a Brasília, o presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), Marcelo Beltrão, assinou um convênio que firma parceria entre as Associações Estaduais de Municípios com o Governo Federal.

O documento assinado se chama Termo de Adesão Simplificado à Rede SICONV, que pretende constituir um objeto para adesão à Rede Siconv e o compartilhamento de ações para promover a melhoria da gestão pública municipal.

Segundo Patrícia Audi, Secretária de Gestão da rede Siconv, com o convênio assinado o Governo Federal quer disponibilizar alguns serviços diretamente as Associações para ajudar no trabalho que vem sendo realizado por estas no apoio aos municípios.

 

Siconv e Rede Siconv

SICONV é o instrumento que formaliza transferências voluntárias entre um órgão da Administração Pública Federal e estados, municípios, Distrito Federal, além entidades privadas sem fins lucrativos.

A #RedeSiconv tem por objetivo estabelecer uma rede de atuação voltada ao tratamento dos diversos aspectos relacionados às transferências voluntárias da União operacionalizadas no SICONV. Essa atuação em rede é sustentada em eixos onde todos os atores interessados no processo de transferências voluntárias estarão representados e atuarão em conjunto para que os resultados sejam atingidos no menor espaço de tempo com o menor custo.

AMA

  Terça-feira, 03/5/2016 - 15h34
Assim não dá! Barrar alunos que estejam sem uniforme
A escola não pode impedir a entrada de quem está sem o traje oficial porque isso fere o direito ao ensino, assegurado pela Constituição Federal

O aluno chega à escola e o porteiro ou o inspetor não deixa que ele entre por estar sem o uniforme. O garoto tenta argumentar, porém não obtém sucesso: o funcionário afirma que o uso da vestimenta é obrigatório e está previsto no regimento interno. O estudante volta para casa e perde um dia de aula.

Situações como essa ainda acontecem em instituições que desconhecem que o direito ao acesso à Educação, previsto no artigo 208 da Constituição Federal, está acima de leis estaduais e municipais ou normas internas. Qualquer disposição em contrário - mesmo que esteja presente no regimento - é ilegal.

"O uso do uniforme pode ser algo desejável e incentivado pela rede ou pela escola, porém o estudante que não o usa não pode ser impedido de frequentar a sala de aula", afirma Elie Ghanem, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP).

Muitas redes fornecem camisetas e às vezes até o conjunto completo, com bermuda e casaco. Outras deixam a critério de cada unidade, que, preferencialmente, deve decidir sobre o assunto depois de discutir com a comunidade escolar. Mesmo porque, caso a vestimenta não seja dada pela Secretaria de Educação, os pais ou responsáveis terão de adquiri-la por conta própria. Se houver famílias impossibilitadas de arcar com esse gasto, novamente a não obrigatoriedade encontra respaldo legal: o artigo 206 da Lei Magna afirma que o ensino no país será ministrado com base na gratuidade e na igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola.

Quando a opção é por adotar o uniforme, é importante que os gestores também conheçam a Lei Federal nº 8.907, de 6 de julho de 1994. Ela determina que o modelo não pode ser alterado antes de se completarem cinco anos, tanto em escolas públicas como em privadas.

Por Gestão Escolar

  Terça-feira, 03/5/2016 - 01h24
O começo da vida: documentário sobre a primeira infância será lançado no dia 5 de maio

Na próxima quinta-feira, 5 de maio, será lançado nos cinemas de todo o Brasil o documentário "O começo da vida". O filme percorre os quatro cantos do mundo para mostrar a importância dos primeiros anos de vida na formação de cada pessoa.

No novo documentário da diretora Estela Renner, também diretora de "Muito Além do Peso" e "Criança, a Alma do Negócio", a proposta é mostrar como os relacionamentos, nesta fase, são fundamentais para cada ser humano se desenvolver. “Os registros emocionais tanto para o bem quanto para o mal têm um peso muito maior neste período, é um momento de formação, de criação, de estrutura da pessoa”, diz a diretora.

Um dos maiores avanços da neurociência nos últimos anos foi a descoberta de que os bebês se desenvolvem não apenas com sua carga genética, mas a partir da combinação entre a genética e as relações com aqueles que os rodeiam. Com base nessa constatação, Estela entrevistou especialistas no desenvolvimento infantil e visitou famílias das mais diversas culturas, etnias e classes sociais, como a de Gisele Bündchen e de Phula, uma menina indiana que cuida sozinha dos irmãos em uma comunidade em meio a obras em construção.

A estrutura narrativa do filme apresenta o bebê não como uma tábula rasa, mas como um indivíduo competente, capaz de elaborar hipóteses para melhor entender o mundo. E revela seu desenvolvimento por meio de seus relacionamentos primordiais com a mãe, o pai, os irmãos, os avós, os cuidadores, e ainda com a natureza, com as brincadeiras e experimentações, e com as histórias que são contadas a ele.

Temas como licença maternidade, o papel do pai, criação conjunta, pobreza, direitos humanos, violência, drogas e abandono são pontuados no decorrer do longa, que se conclui provocando algumas reflexões, dentre elas: o mundo precisa dar condições para que pais possam ser pais.

“Meus filhos não ligam se eu sou importante, ou se ganho dinheiro. Eles só se importam se estou presente. E isso é um ótimo lembrete para a vida”, conta um pai canadense. Ao mesmo tempo, em depoimento para o projeto, o vencedor do prêmio Nobel de Economia em 2000, James Heckman, cita que uma recente pesquisa feita nos Estados Unidos detectou que a cada dólar investido em uma criança, sete dólares são ganhos no futuro através do adulto produtivo, e conclui: “cuidar bem dos nossos bebês é o maior investimento que se pode fazer na humanidade”.

Produzido pela Maria Farinha Filmes, produtora de "Muito Além do Peso", "Tarja Branca", "Território do Brincar" e "Criança, a Alma do Negócio", e apresentado pelas ONGs Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, Bernard Van Leer Foundation, Instituto Alana e Unicef, o documentário foi filmado no Brasil, China, França, Itália, Argentina, Estados Unidos, Quênia, Índia e Canadá.

Assista o trailer do documentário:

  Terça-feira, 03/5/2016 - 01h04
Secult lança chamada pública para a realização dos festejos juninos

Fortalecer as tradições culturais do Estado e apoiar os grupos juninos são as finalidades do programa "Anavantur", da Secretaria da Cultura do Estado de Alagoas (Secult). O órgão lançou, no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (02), chamadas públicas para seleção de projetos com representação de Cocos de Alagoas e Quadrilhas Juninas de Alagoas. Ao todo, R$193 mil reais serão investidos para a realização dos festejos juninos. As inscrições vão até o dia 02 de junho.

Serão destinados R$ 70 mil para o chamamento público de grupos de coco e R$ 123 mil reais para quadrilhas juninas. O montante é oriundo do orçamento do Fundo de Desenvolvimento de Ações Culturais (FDAC), programado em dotação orçamentária própria, prevista no orçamento de Alagoas para o exercício de 2016.

 

Os interessados devem entregar a proposta (Plano de Trabalho) e documentação em envelopes separados, de acordo com Edital, na sede da Secult, na Praça dos Martírios, S/N, Centro, no horário das 09h às 14h.

 

Mais informações no endereço eletrônico www.cultura.al.gov.br ou pelo telefone (82) 3315-7868 na Superintendência de Fomento e Apoio à Produção Cultural.

Ascom/Secult

  Terça-feira, 03/5/2016 - 00h59
Indisciplina: quando chamar a família para uma conversa séria?

Como todo coordenador pedagógico, meu cotidiano inclui lidar com problemas com alunos indisciplinados. São estudantes que, por alguma razão, quebram alguma regra de convívio, como xingar um colega, ou algum combinado, por exemplo, não usar o celular na sala. E, assim como deve acontecer na sua escola, alguns professores, sem saber como lidar com situações difíceis na classe, acabam mandando as crianças para uma conversa comigo.

Mas confesso que, muitas vezes, também não tenho a menor ideia do que fazer – principalmente se o aluno em questão é, digamos, um frequentador assíduo da sala da coordenação. Nesses casos, o que acaba acontecendo é que a única ação encontrada é convocar os pais ou responsáveis. Mas será que isso basta? E será que faz sentido?

Quando isso acontece comigo, antes de chamar a família para saber como podemos buscar soluções para a indisciplina, procuro ajudar o professor a traçar uma análise criteriosa do comportamento do aluno para compreender a origem do problema e preparar o diálogo com os responsáveis. Ao fazer isso, deve-se levar em conta a realidade da turma específica e da relação entre o aluno indisciplinado e o professor, os colegas e a família.

Geralmente, as manifestações de indisciplina ou rebeldia são uma tentativa do aluno de chamar a atenção e ser ouvido por alguém. Outra razão que pode explicar certas atitudes é uma rotina muito presa à sala de aula, sem tempo ou espaços apropriados para a prática de esportes, brincadeiras e outras atividades recreativas. A turma acaba acumulando energia e dissipando-a de forma inadequada.

Há também questões ligadas ao convívio social fora da escola e à ausência de um sentimento de pertencimento ao ambiente escolar, quando o aluno não se “enquadra”, não vê sentido naquilo que a instituição proporciona. E, por fim, existem ainda problemas psicológicos, neurológicos e sociais que impactam diretamente o rendimento escolar. Aqui no site, há uma reportagem que explica em detalhes quais atitudes podem ser tomadas diante do diagnóstico.

Só depois de ter clareza sobre quais desses fatores podem explicar a indisciplina e de adotar medidas dentro da escola é que se convida a família para uma reunião. A pauta que deve girar em torno das conclusões da análise e das estratégias pensadas para amenizar o problema. Essa também é a hora de ouvir da família se as atitudes do aluno se repetem em casa, se houve mudança de comportamento recentemente ou algum acontecimento que possa ter levado à indisciplina. Vale perguntar como os responsáveis lidam com isso e se costumam obter resultados positivos quando agem.

Ouvir os familiares é essencial não somente para a escola, mas para a própria família. Muitas vezes, nos damos conta de que é ela que precisa de ajuda, e não a escola. Com uma conversa franca, sem julgamentos ou agressividade, é possível estabelecer uma parceria em prol do aluno.

E com você, como age quando precisa envolver a família para tratar de um assunto delicado como a indisciplina?

Um abraço,

Eduarda.

Por NOVA ESCOLA

  Terça-feira, 26/4/2016 - 17h47
FNDE abre inscrições para primeira oficina de prestação de contas de 2016

Estão abertas as inscrições para a primeira oficina de prestação de contas de 2016, promovida pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A capacitação ocorrerá no dia 11 de maio, das 9h às 18h, na sede da autarquia, em Brasília (SBS, Quadra 2, Bloco F, Edifício FNDE – Brasília/DF).

Gestores e técnicos indicados pelas prefeituras e secretarias municipais e estaduais de educação têm até 29 de abril para fazer as inscrições no site de educação corporativa do FNDE:  http://educacaocorporativa.fnde.gov.br. Das 100 vagas disponíveis, 10 serão disponibilizadas para técnicos do FNDE que queiram aperfeiçoar seu conhecimento na área.

O objetivo da capacitação é esclarecer dúvidas sobre o processo de prestação de contas no Sistema SiGPC/Contas online, bem como disseminar informações sobre os programas e ações do FNDE. Os gestores ainda terão acesso a atendimento individual para solução de questões específicas que podem dificultar a gestão dos programas nos municípios.

Mais informações podem ser obtidas nos telefones (61) 2022-5450, 2022-5913, 2022- 5171 ou no e-mail:  informar@fnde.gov.br.

 
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